Notícias em O melhor do bairro de Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro, RJ

terça-feira, 01 de março de 2016

8 DICAS PARA REDUZIR PERDAS COM INADIMPLÊNCIA.

 

Uma característica marcante em muitos empreendedores ao iniciarem os seus negócios é não atentar para alguns riscos ou tratar de minimizar os seus efeitos. É comum que a vontade de empreender nos torne um pouco míopes.

É possível listar muitos fatores determinantes para o sucesso de um empreendimento, começando muito antes do próprio projeto ser executado, por exemplo, um bom planejamento. Passada essa fase que chamamos de pré-operacional, não há dúvida de que o sucesso de qualquer negócio tem inicio na venda do produto, seja uma mercadoria ou um serviço. 

Um bom volume de vendas é uma das medidas que mais agradam o empreendedor e, em certos casos, tem um poder quase anestésico, no sentido de desviar a atenção de um fator primordial: a qualidade da venda.

Sim, uma venda deve ter qualidade e isso se traduz basicamente em dois aspectos: a rentabilidade e o efetivo recebimento da venda.

Uma venda sem rentabilidade, se não for estratégica, é sinônimo de desperdício de esforço. Já uma venda que não se transforma em dinheiro, ou seja, cujo valor não é recebido do cliente, além do esforço inútil causa um prejuízo financeiro. E, se o empreendedor não gosta de deixar de ganhar dinheiro, perder então, nem se fala.

Seguem algumas dicas úteis para tentar reduzir as perdas por inadimplência de clientes:

1 – Faça uma análise crédito do cliente junto a empresas ou entidades de proteção ao crédito como o SPC, Serasa, associação empresarial e mesmo na WEB.

2 – Solicite referências comerciais, bancárias e pessoais, mas cuidado, as referencias comerciais e pessoais podem ser “carimbadas”, ou seja, instruídas sobre o que se deve falar. 

3 - Não abra uma linha de crédito muito grande logo na primeira compra do cliente, vá aumentando na medida em que o relacionamento comercial se sedimente.

4 – Não venda sem nota fiscal. Além de ilegal, deixa você sem nenhum amparo se tiver que acionar o comprador. 

5 – Apesar do custo financeiro, na dúvida, prefira o cartão de crédito ou débito como forma de pagamento.

6 – Se o cliente for uma empresa, na medida do possível tente entender o seu negócio.  Isso é útil para identificar padrões de consumo.  

7 – Para volumes mais expressivos de venda não hesite em firmar um contrato e pedir algum tipo de garantia e aval de terceiros (analise o crédito).

8 - Nenhum empreendedor se sente satisfeito em perder uma venda, mas, apesar do impulso natural ser contrário a isso, às vezes, o “não vender” representa um ganho financeiro que sempre deve ser considerado.

Luiz W. Jung é sócio da Moore Stephens Auditores e Consultores, uma das maiores redes de auditoria, consultoria, outsourcing contábil e corporate finance do mundo.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

15 SINAIS PARA SABER SE O SEU FILHO USA DROGAS

 

Especialistas dão dicas de como perceber se um parente precisa de ajuda

 

1. Isolamento;

2. Aumento ou redução drástica do apetite;

3. Novas amizades;

4. Mudança brusca de comportamento;

5. Falta de motivação para atividades comuns;

6. Queda do rendimento escolar ou abandono dos estudos;

7. Inquietação ou irritabilidade, insônia / ou, ao contrário, depressão e sonolência;

8. Indícios físicos: Olhos avermelhados / olheiras; boca seca; fala pastosa;

9. Alterações súbitas de humor, exemplo: uma intensa euforia, alternada com choro ou depressão;

10. Troca do dia pela noite;

11. Descuido com a higiene pessoal;

12. Uso constante de óculos escuros (dentro de casa, no período da noite);

13. Gasto incomum de dinheiro e desaparecimento de objetos de valor;

14. Uso de camisetas de manga comprida, mesmo em dias quentes;

15. Alucinações, fala sem nexo, crises de pânico, perda de sentidos ou desmaios podem, em alguns casos, ser sintomas mais severos do consumo de alguma substância e merecem especial atenção.

 

COMO AJUDAR

 

* Procurar auxílio e orientação de especialistas assim que detectado qualquer dos sinais descritos acima ou comportamento suspeito: as pessoas diretamente envolvidas na vida do dependente não podem “tratar” da doença, pois à medida que o abuso de drogas progride, aqueles mais próximos do dependente ficam emocionalmente envolvidos.

 

* Não ceder a manipulações emocionais do tipo: “'Eu já estou bom”' ou “'Nunca mais usarei”'. É preciso ter em mente que há muito tempo o dependente vem sendo enganado pela droga e vem enganando a todos.

 

* Não sentir culpa: a pessoa mais próxima ou que se sente mais responsável pelo dependente químico pode se achar culpado pelo que está acontecendo. Mas como a dependência química é uma doença, não existem responsáveis.

 

* Procurar a raiz do problema: todo dependente químico possui uma família disfuncional. É preciso remover o preconceito e aceitar que algo está errado no núcleo familiar.

 

* Ser firme: Se o dependente continua agindo da forma como ele quer, é porque a família ajuda a manter a ilusão da onipotência.

 

* Procurar ajuda para a família também.

Fonte: Clínica Novo Mundo